quarta-feira, 28 de março de 2012

Uma velha alma já me constou, presa num corpo que é tão meu. Oriunda da terra, prisioneira do mar. Nunca escrava do destino, sempre escrava da minha própria mente. De olhos postos no céu, procuro o infinito, busco a perfeição. De olhos postos na terra surgem as imperfeições, injustiças e crueldades, homens vazios, sem qualquer bondade, de coração como pedra dura e intragável, com olhos vidrados, onde os homens surgem como meios para atingir fins, perdendo a noção do que é dignidade, entregam-se à escuridão, sentindo medo da própria luz, tornam-se seres humanos desumanizados.
Sem qualquer futilidade que me ofusque a personalidade, ser digno e quebrável é o que sou. Sem medo do Homem, mas com medo do que ele se pode tornar. 
Faço das minhas palavras pronuncios, na esperança de ser a luz de alguém perdido na escuridão.

2 comentários:

  1. ÉS a luz de muita gente perdida na escuridão .. Sabes bem.
    Uma amizade increbravel, que começou, no meio de tantos cacos partidos daquele tempo ..... :)

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  2. Olá. Tens um Desafio no meu Blog. Beijinhos!

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